CANIL E CRIADOR DE NINHADAS LABRADOR RETRIEVER CHOCOLATE. EXCELENTE QUALIDADE
  • Home
  • Reprodutores
    • Ace
    • Cacau
    • Bondi
    • Mel
    • Hazel
    • Kuki
    • Canela
    • Torrao
    • Testes Genéticos
  • Precos e Ninhadas
  • Quer Cruzar?
  • Noticias do Labrador
  • Testemunhos
  • Contactos
  • Loja Racao Online
  • FAQ
    • Duvidas iniciais
    • Lidar com as necessidades (urina e fezes)
    • Comportamento em cachorro

Dúvidas iniciais antes da aquisição

Displasia da anca e cotovelos - o que é?

17/4/2022

1 Comentário

 
Imagem
A displasia da anca e dos cotovelos é uma doença de carácter hereditário (transmitido dos pais para os cachorros) e multifactorial, cuja falta de controlo poderá levar a graves problemas de locomoção do seu labrador. Infelizmente é uma doença característica desta raça e de outras como o Pastor Alemão, Buldogue, Rottweiler, São Bernardo, entre outros. Esta doença caracteriza-se por uma articulação entre o fémur e a bacia comprometida (lassidão e mau encaixe entre a cabeça do fémur e o acetábulo da anca) que pode levar a problemas como instabilidade articular, subluxações, osteartrite, inflamação, etc. 

Sintomas:
Cães afetados severamente pela displasia, começam por apresentar sintomas de coxear/claudicar a partir dos 2 meses de idade. Até lá, não costumam apresentar sintomas. Mais tarde, começarão e surgir sinais de artrose e possilvemente dor. Existem vários fatores que aceleram o seu aparecimento como sobrepeso, chão escorregadio e brincadeiras/corridas frequentes e ativas, saltos com os cães e apoio frequente nas patas traseiras, etc. A displasia tanto pode comprometer as patas traseiras (articulação da anca) como as da frente (articulação dos cotovelos). 
Se a displasia for ligeira (veja em baixo os diferentes graus e classificações), por norma só se irá verificar alguns sintomas em idades mais avançadas. Daí ser importante ter cuidado com a alimentação ao longo da vida do animal, uma alimentação equilibrada e com os minerais adequados e um contexto de brincadeira e piso adequados.

Consegue-se prevenir?
Devido ao carácter hereditário, a melhor forma de prevenção é a seleção cuidadosa de cães reprodutores. Para isso, é necessário fazer testes de displasia aos dois pais - implica um raio-x com sedação com uma idade não menor que 1 ano de idade. Devido à complexidade desta avaliação, para garantia formal de que os cães não têm displasia, o relatório médico tem de ser enviado para a APMVEAC, onde outros médicos veterinários irão validar a informação. Esses resultados, são então enviados para o Clube Português de Canicultura e anexados ao Pedigree (LOP) e base de dados do Microchip. Nem todos os médicos veterinários estão devidamente treinados para fazer esta avaliação minuciosa - deverão ser especializados em ortopedia canina.
Outra forma de melhorar ainda mais as probabilidades para que os cachorros não desenvolvam a displasia é então garantir que o porte genético dos reprodutores é o mais favorável possível. Por ser uma doença delicada, nós temos o cuidado de selecionar, não apenas os reprodutores (pais) que não têm displasia, mas também avós e até bisavós que na maior parte dos casos têm o controlo feito e partilhado nas suas páginas. Estamos então a falar de 14 cães nas linhagens genéticas que não têm displasia da anca e cotovelos. Desta forma, as probabilidades dos cachorros terem displasia já são muito muito baixas. 

Segundo as classificações da APMVEAC, as categorias são as seguintes:
Grau A - Livre de displasia da anca 
Grau B - Livre de displasia da anca (ancas quase normais)
Grau C - Displasia ligeira
Grau D - Displasia Moderada
Grau E - Displasia Grave

Displasia do Cotovelos (avaliação de doença primária e artrose secundária)
Grau 0 - Sem sinais de artrose
Grau 1 - Osteofitose menor que 2mm em qualquer localização do cotovelo
Grau 2 - Osteofitose menor entre 2 e 5mm em qualquer localização do cotovelo
Grau 3 - Osteofitose maior que 5mm em qualquer localização do cotovelo


Reprodutores sem displasia podem dar origem a cachorros com displasia?
A resposta é sim. Não há nenhum criador que possa por as mãos no fogo e afirmar que nunca terá cachorros sem displasia. Como explicado em cima, a doença é multifactorial e envolve não um, mas vários genes. Contudo, e como também já mencionado, se houver um controlo de pais e familiares, as probabilidades serão muito baixas.

Clique em baixo no botão para aceder à árvore genealógica dos nossos reprodutores e veja os resultados de displasia de todos (pais e avós).
Os nossos reprodutores
1 Comentário
DB Online in Khmer link
13/4/2026 23:54:30

It's reassuring to know that breeders are taking steps like genetic testing and careful lineage selection to minimize the risk of hip dysplasia in Labrador Retrievers.

Responder



Deixe uma resposta.

    Autor

    David Ferreira - Lar do Labrador. Apaixonado pela raça Retriever.

    Histórico

    Abril 2024
    Abril 2022
    Agosto 2020
    Julho 2020

    Categorias

    Tudo

    Feed RSS

Imagem
Imagem
+351 963 249 466
templates.platform.theme.core.shared.attribution_1 John_SolorzanoR, wuestenigel, SchuminWeb
  • Home
  • Reprodutores
    • Ace
    • Cacau
    • Bondi
    • Mel
    • Hazel
    • Kuki
    • Canela
    • Torrao
    • Testes Genéticos
  • Precos e Ninhadas
  • Quer Cruzar?
  • Noticias do Labrador
  • Testemunhos
  • Contactos
  • Loja Racao Online
  • FAQ
    • Duvidas iniciais
    • Lidar com as necessidades (urina e fezes)
    • Comportamento em cachorro