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Dúvidas iniciais antes da aquisição

Diferenças entre Machos e Fêmeas

31/7/2026

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Este é uma das questões que mais recebo e por essa razão, esclareço-a aqui por categorias:

Comportamento e Temperamento:
De uma maneira geral, na relação com os donos, não há diferenças significativas. Ambos são fiéis à raça em termos de temperamento. Talvez se veja uma tendência para um pouco mais de “permissividade” no contacto físico com uma fêmea mas também é variável e depende muitas vezes do contexto da família, treino, educação e relação com ele(a). São ambos brincalhões, meigos, muito inteligentes, fáceis de treinar com reforço positivo, loucos por comida, muito dedicados, sempre à procura do dono(a), sociáveis, etc. ​​Pode-se dizer que existe uma tendência para os machos serem “infantis” por mais tempo, enquanto as fêmeas tendem a amadurecer mais rápido, são um pouco mais independentes e focadas no ambiente. Mas como referi, são apenas tendências.

Saúde e aspetos biológicos:
Machos: Os machos são mais territoriais e urinam alçando a perna em zonas onde haja outros cheiros;
A castração é um processo cirúrgico mais simples que as fêmeas e rápido de recuperar. Se precisarem de deixar o macho em alojamento canino nas férias a castração muitas vezes acaba por ser obrigatória para aumentar compatibilidade com outros cães e evitar chatices de alteração de comportamento com os cios de cadelas. Em baixo explico em mais detalhe as características relacionadas com a castração (também ela uma das perguntas mais frequentes)

Fêmeas: Entram no cio duas vezes por ano (se não forem esterilizadas), exigindo maior cuidado com fugas e higiene; a cirurgia de esterilização é um pouco mais complexa do que nos machos mas fundamental para evitar problemas de saúde.

Principais Benefícios de saúde com a esterilização da fêmea:
Prevenção da Piometra: Elimina o risco de uma infeção uterina grave que afeta até 25% das cadelas não esterilizadas até aos 10 anos de idade e que pode ser fatal.

Redução de Tumores Mamários: Diminui drasticamente o risco de cancro da mama (que costuma ser maligno em cadelas) quando realizada numa idade precoce.

Eliminação de Cancro Uterino/Ovárico: Remove por completo o risco de tumores nos órgãos reprodutores retirados na cirurgia.

Fim da Gravidez Psicológica: Evita as alterações hormonais e comportamentais crónicas decorrentes da falsa gravidez

Com a esterilização o metabolismo da cadela também se reduz o que obriga a alterar a ração para uma menos calórica (light). Normalmente os preços dessas rações são idênticos (pelo menos no caso da marca Dibaq que nós comercializamos na nossa loja (https://heartandtails.pt/loja/racao-caes-seniores-esterelizados/), é exatamente o mesmo comparativamente com as rações normais de adulto.
Há também a necessidade de fazer a cirurgia na altura certa, isto é, após o fechamento do crescimento do crescimento ósseo e articular (normalmente próximo dos 9-12 meses) para evitar problemas associados ao fecho prematuro das placas de crescimento ósseo e outros problemas articulares associados. É aqui que está a ligação com as recomendações veterinárias de ser ou antes ou logo após o primeiro cio.

Principais Benefícios de castração no macho:
No macho a decisão está muito mais ligada ao comportamento, ao estilo de vida e ao porte do animal.
Diminuição da Marcação de Território: Reduz drasticamente o hábito de levantar a pata para urinar em determinados locais. 

Redução de Fugas e Ansiedade: O macho deixa de detetar o odor de fêmeas no cio à distância, reduzindo a ansiedade, o hábito de "montar" em almofadas ou pessoas, e as tentativas de fuga.

Menos Agressividade Competitiva: Diminui disputas e comportamentos reativos com outros cães machos na rua ou em parques.

Prevenção de Doenças - Eliminação do Cancro de Testículo: Como os testículos são removidos na cirurgia, o risco deste tumor passa a ser zero.

Problemas de Próstata: Previne a Hiperplasia Prostática Benigna (aumento da próstata comum em cães idosos), que causa dor e dificuldade em defecar.

O metabolismo fica mais lento e há uma forte tendência para engordar. O Labrador, que já tem apetite voraz por natureza, precisa de um controlo rígido de calorias pós-castração para evitar a obesidade.

Problemas Articulares - o mesmo da fêmea de castrado cedo demais. Os hormónios sexuais (testosterona) regulam o fecho das placas de crescimento dos ossos. Deve ser feito depois da puberdade e com aconselhamento veterinário. Dependendo da situação do dono e necessidades, muitas vezes não é feita a castração.

Por último, as Características Físicas
Machos: Pesam entre 30kg e 40 kg e medem de 56 cm a 62 cm; possuem uma estrutura mais robusta, corpo musculoso e cabeça mais larga.

Fêmeas: Pesam entre 25 kg e 35 kg e medem de 54 cm a 60 cm; apresentam um físico um pouco mais leve, esguio e delicado.
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Comparador de qualidade de marcas de ração

13/4/2024

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heartandtails.pt/2024/04/13/comparador-de-racoes/

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Displasia da anca e cotovelos - o que é?

17/4/2022

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A displasia da anca e dos cotovelos é uma doença de carácter hereditário (transmitido dos pais para os cachorros) e multifactorial, cuja falta de controlo poderá levar a graves problemas de locomoção do seu labrador. Infelizmente é uma doença característica desta raça e de outras como o Pastor Alemão, Buldogue, Rottweiler, São Bernardo, entre outros. Esta doença caracteriza-se por uma articulação entre o fémur e a bacia comprometida (lassidão e mau encaixe entre a cabeça do fémur e o acetábulo da anca) que pode levar a problemas como instabilidade articular, subluxações, osteartrite, inflamação, etc. 

Sintomas:
Cães afetados severamente pela displasia, começam por apresentar sintomas de coxear/claudicar a partir dos 2 meses de idade. Até lá, não costumam apresentar sintomas. Mais tarde, começarão e surgir sinais de artrose e possilvemente dor. Existem vários fatores que aceleram o seu aparecimento como sobrepeso, chão escorregadio e brincadeiras/corridas frequentes e ativas, saltos com os cães e apoio frequente nas patas traseiras, etc. A displasia tanto pode comprometer as patas traseiras (articulação da anca) como as da frente (articulação dos cotovelos). 
Se a displasia for ligeira (veja em baixo os diferentes graus e classificações), por norma só se irá verificar alguns sintomas em idades mais avançadas. Daí ser importante ter cuidado com a alimentação ao longo da vida do animal, uma alimentação equilibrada e com os minerais adequados e um contexto de brincadeira e piso adequados.

Consegue-se prevenir?
Devido ao carácter hereditário, a melhor forma de prevenção é a seleção cuidadosa de cães reprodutores. Para isso, é necessário fazer testes de displasia aos dois pais - implica um raio-x com sedação com uma idade não menor que 1 ano de idade. Devido à complexidade desta avaliação, para garantia formal de que os cães não têm displasia, o relatório médico tem de ser enviado para a APMVEAC, onde outros médicos veterinários irão validar a informação. Esses resultados, são então enviados para o Clube Português de Canicultura e anexados ao Pedigree (LOP) e base de dados do Microchip. Nem todos os médicos veterinários estão devidamente treinados para fazer esta avaliação minuciosa - deverão ser especializados em ortopedia canina.
Outra forma de melhorar ainda mais as probabilidades para que os cachorros não desenvolvam a displasia é então garantir que o porte genético dos reprodutores é o mais favorável possível. Por ser uma doença delicada, nós temos o cuidado de selecionar, não apenas os reprodutores (pais) que não têm displasia, mas também avós e até bisavós que na maior parte dos casos têm o controlo feito e partilhado nas suas páginas. Estamos então a falar de 14 cães nas linhagens genéticas que não têm displasia da anca e cotovelos. Desta forma, as probabilidades dos cachorros terem displasia já são muito muito baixas. 

Segundo as classificações da APMVEAC, as categorias são as seguintes:
Grau A - Livre de displasia da anca 
Grau B - Livre de displasia da anca (ancas quase normais)
Grau C - Displasia ligeira
Grau D - Displasia Moderada
Grau E - Displasia Grave

Displasia do Cotovelos (avaliação de doença primária e artrose secundária)
Grau 0 - Sem sinais de artrose
Grau 1 - Osteofitose menor que 2mm em qualquer localização do cotovelo
Grau 2 - Osteofitose menor entre 2 e 5mm em qualquer localização do cotovelo
Grau 3 - Osteofitose maior que 5mm em qualquer localização do cotovelo


Reprodutores sem displasia podem dar origem a cachorros com displasia?
A resposta é sim. Não há nenhum criador que possa por as mãos no fogo e afirmar que nunca terá cachorros sem displasia. Como explicado em cima, a doença é multifactorial e envolve não um, mas vários genes. Contudo, e como também já mencionado, se houver um controlo de pais e familiares, as probabilidades serão muito baixas.

Clique em baixo no botão para aceder à árvore genealógica dos nossos reprodutores e veja os resultados de displasia de todos (pais e avós).
Os nossos reprodutores
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Alimentação - qual a melhor com tantas marcas e preços

17/8/2020

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​Existem inúmeras marcas de rações no mercado, cada uma com as suas particularidades e os preços mais variados. Primeiramente, é necessário reconhecer que não existe uma única marca e gama que seja a melhor para todos os cães e raças, mesmo nas gamas super premium. Por outro lado, nunca se pode afirmar que a melhor marca de ração para o seu cão, a uma dada altura, seja a melhor para sempre. Os cães têm necessidades diferente ao longo da vida. Além disso, frequentemente, as marcas alteram a composição das suas rações e podem melhorar ou até mesmo piorar algo que já era bom. Estas alterações decorrem de tentativas de afinar a composição, adicionar outros elementos nutritivos ou até mesmo realizar ajustes relacionados com custos para a marca e/ou cliente; estas muitas vezes estão associadas a tentativas de redução de custos ou dificuldades que a empresa esteja a enfrentar.
Acrescento ainda que a particularidade de cada organismo fará com que, não raras as vezes, o seu pet seja (ou passe a ser ao longo do tempo) alérgico a um ou outro nutriente. Apenas a título de exemplo e que reflete esta situação de alergia, é a fonte proteica que, nalgumas marcas, permite escolher entre frango, salmão ou borrego.
Em todo o caso, existem marcas que pelo cuidado consistente na formulação do alimento, aliado a um bom conhecimento das diferentes raças e necessidades, e muitas vezes com uma larga experiência e anos no mercado, têm nas suas diferentes gamas excelentes alimentos que atendem à maioria das situações para que se mantenha fiel à mesma.
Nesta panóplia de possibilidades, há que separar as rações por categorias: Económica/supermercado, Premium e Super premium. Assim, começa-se de grosso modo por separar “o trigo do joio”. As gamas económicas são de evitar a todo o custo. A velha máxima “nós somos o que comemos” encaixa-se na perfeição e problemas mais tarde poderão surgir por uma alimentação deficitária a vários níveis. Mais abaixo explicarei alguns dos fatores envolvidos.
Dentro das categorias Premium ou Super Premium, pode ser necessário experimentar diferentes gamas e estar atento aos principais sinais de saúde de uma boa alimentação. Ainda assim, há pormenores que não são visíveis a curto prazo. Veja a título de exemplo nos humanos, uma alimentação muito pobre em antioxidantes poder despoletar a longo prazo danos nas células/DNA e consequentemente dar origem a problemas mais graves como o cancro. Tal não será visível em meras semanas ou meses. A continuação de uma alimentação, Premium ou Super premium, para a qual o seu animal esteja bem adaptado e sem sinais de alerta (ver em baixo os vários fatores), irá prolongar a vida saudável do seu animal a vários níveis e reduzir despesas em veterinário, sobretudo em idades mais avançadas.
Fatores a considerar:
- Composição Nutricional da ração – na descrição dos nutrientes de cada ração e até mesmo nos produtos de consumo humano, as empresas são obrigadas a colocá-las por ordem decrescente de quantidade relativa (de maior percentagem para a menor). Deverá encontrar a maior parte das proteínas em produtos de origem animal e alguns de origem vegetal. A soja e o grão, apesar de serem fontes proteicas, não são tão digeríveis em cães e, ao ser mais barato para os fabricantes, ajuda a baixar o preço final da ração. Mas, por não ser digerível, apesar de contribuir para uma boa percentagem total proteica, é “dinheiro que sai nas fezes”.
Na sua composição, não deverá encontrar “subprodutos de origem animal”. Isto significa que a percentagem total de proteína que encontraram inclui fontes proteicas de má qualidade como restos de partes de animais que não são usados para consumo humano (ex. patas de galinhas, bicos, etc.). Além de não haver controlo na qualidade destes alimentos, também reduzem o potencial de absorção do nosso organismo, contribuindo assim para um maior volume fecal.
- Quantidade diária – uma dose recomendada mais pequena significa que os cães ficarão saciados com menor quantidade e levará a um aproveitamento maior dos nutrientes nela incluídos. A longo prazo, estará também a economizar pois as sacas de ração rendem mais, além de aumentar a saúde e reduzir gastos em veterinários.
- Fezes – quanto maior for o volume ou frequência diária, maior o número de matérias nos alimentos que não foi aproveitada. Obviamente também deverá estar atento à consistência das fezes. Se forem moles, pastosas ou líquidas, pode ser indicativo de problemas. Se optar por fazer uma troca de ração, não se esqueça de o fazer progressivamente para que o seu animal se adapte. Um exemplo a seguir poderá incluir as seguintes proporções de ração nova-antiga em 4 dias: 25-75%, 50-50%, 75-25% e finalmente 100% da nova marca.
- Pêlo – estar atento a sinais como brilho e densidade, descamação (semelhante a caspa), facilidade com que se solta ou quebra. Não esquecer que durante as mudas de pelo, é frequente ver alguns destes sinais.
- Sabor – nesta situação apenas consegue saber experimentado mais do que uma marca ou variedades dentro da mesma, salvaguardando sempre as alterações de nutrientes de umas para as outras. É importante selecionar uma marca para que o momento de se alimentar não seja um suplício, mas antes, um momento prazeroso para o seu cão.
- Cereais – estes são controversos já que não seria de esperar encontrar estes alimentos nos cães. Contudo, após exposição de vários anos de domesticação dos animais, é possível que já haja alguma adaptação dos mesmos a esta fonte nutritiva
- Uso de grãos transgénicos (milho) – estes devem-se evitar pois ainda não existem estudos suficientes sobre os seus efeitos a longo prazo na saúde dos cães.

Nós encontramos na Dibaq uma marca com excelente reputação e história, garantido uma boa estabilidade no mercado, bem como excelentes composições nas diferentes gamas. Oferecem diversidade, algumas dedicadas a situações médicas, para que atendem à grande maioria de necessidades dos cães. As fezes, pêlo dos nossos amigos, sinais de saúde em geral e prazer em comer, mostram que a ração que comem é boa.
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Preparação de chegada do novo amigo. O que deverei ter?

6/7/2020

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Preparação da chegada
Tigela do comer – evite os de plástico que são uma tentação para o Labrador roer e engolir pedaços. Escolha um que não seja derrubável e com antiderrapante para o cachorro não empurrar a taça. Diâmetro mínimo da taça - 15cm
Trelas e coleiras – as ideais para os cachorros são as de cabedal macias ou de tecido e para os adultos a escolha já pode incluir as metálicas. A título de exemplo para escolher o diâmetro correto, um cachorro com 8 semanas deverá rondar os 35cm de perímetro de pescoço. Escolha um ajustável considerando este valor.
Brinquedos – deverá oferecer alguns brinquedos para que perceba, desde início, o que poderá roer. Ossos de roer e bolas com material apropriado para a idade deles, meias velhas atadas, etc.
Além destes elementos básicos para receber o seu cachorro(a), há ainda outros que já deverá ter adquirido para garantir o básico. Recomendamos que veja a publicação: "quais as despesas habituais com um cão:
https://www.lar-do-labrador.pt/duvidas-iniciais/quais-as-despesas-habituais-com-um-cao
No vídeo em baixo, pode ver alguns dos brinquedos que, para a idade de cachorro, são apropriados. Não se esqueça, contudo, que é recomendável monitorizar as brincadeiras deles com brinquedos.
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Quais as despesas habituais com um cão?

6/7/2020

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Há que ter em conta uma fase inicial com algumas despesas adicionais e uma fase de manutenção. Primeiramente, há que adquirir todo o material necessário para receber o seu novo cachorro em casa. Elementos básicos e pontuais como prato de comer e bebedouro, cama (interior ou exterior acompanhado de um abrigo), brinquedos variados e próprios para cães (robustos, resistentes a mordidelas e adequados à idade), coleira e trela, e escova para o pelo. Alguns destes serão descritos em mais detalhe mais abaixo em "O que é básico garantir/comprar antes da sua chegada" https://www.lar-do-labrador.pt/duvidas-iniciais/preparacao-de-chegada-do-novo-amigo-o-que-deverei-ter
Além destes, terá que adicionar os regulares como:
- Ração - custos irão variar em função da marca e qualidade. Irei publicar informação relativa à melhor alimentação brevemente num outro tópico. De qualquer forma, há que ter em conta que as rações para cachorros tendem a ser um pouco mais dispendiosas e em idade adulta/manutenção tornam-se mais económicas. Por norma, as sacas grandes de 14+kg, costumam render mais de 1 mês, consoante a fase em que o cachorro se encontra. Durante o desenvolvimento, as necessidades nutricionais aumentam, com o pico a ser atingido entre os 6 e 8 meses, diminuindo a partir daí. As diferenças em gramas diárias chegam a ser aprox. 150gr. dos 8 para os 12 meses; isto significa menos 4,5kg de ração por mês. No caso da Royal Canin, passam a alimentar-se da ração adulta a partir dos 16 meses (1 ano e 4 meses). 
- Desparasitações internas - inicialmente os cachorros fazem desparasitações mensais normalmente até o 6º mês. A partir daí, e com a confirmação que não há parasitas, passará a realizá-la de 3 em 3 meses. Em idade adulta, e sempre confirmando que não há parasitas, é possível a desparasitação de 6 em 6 meses. Os desparasitantes internos custam algures entre 2,5€ e 7,5€ por cão (consoante o peso) e normalmente tomam-se em forma de comprimidos palatáveis.
- Desparasitantes externos - há uma panóplia de marcas, duração da eficácia e efeitos protetores. A nossa recomendação é que seja um que permita proteção contra pulgas, carraças e flebótomos (mosquito transmissor da doença Leishmaniose). Se comprar em forma de pipetas, estes serão inicialmente mais baratos mas terão uma durabilidade menor. Optando por coleiras, aumentará o custo inicial mas poupará a longo prazo pois muitas destas duram vários meses. A Seresto, por exemplo, chega até 8 meses de duração e custa algures entre 20 a 30 euros.
- Vacinações - Se receber o seu cachorro aos 2 meses, são esperadas as seguintes vacinas obrigatórias:
1) Multi-defesas (também conhecida como múltipla ou puppy) - segundo as novas guidelines europeias, o cachorro fará a 1ª vacina por volta das 6 semanas. Deverá ser reforçada 2 vezes, com um espaçamento de aproximadamente 1 mês.
2) Raiva - esta vacina pode e deve ser feita a partir do 3 meses. A duração atual desta vacina é de 3 anos.
Além destas obrigatórias existem as opcionais, das quais destaco uma que recomendo vivamente - a Leishmaniose.
3) Leishmaniose - a vacinação é aproximadamente 80% eficaz. Isto significa que deverá ter o coadjuvante obrigatório da desparasitação externa como forma de prevenção e redução de risco.

Nota: Não se esqueça que, pontualmente, poderá ter custos de visitas espontâneas ao médico veterinário para controlo ou verificação de alguma situação inesperada. A ingestão de qualquer coisa esquecida no chão/quintal é um exemplo e para o qual reforçamos a necessidade de ser cauteloso. Mais abaixo falamos dos cuidados a ter em casa.

Em relação aos nossos Labradorses (adultos e cachorros) e à forma como eles são entregues aos novos donos, nós garantimos todos estes cuidados para que eles tenham o melhor "arranque" possível para uma vida saudável. Saiba mais em https://www.lar-do-labrador.pt/precos-e-ninhadas.html
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Apartamento VS Vivenda. Posso ter um Labrador num apartamento?

6/7/2020

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​O Labrador adapta-se a qualquer estilo de vida. Há apenas uma variação nas vantagens de um sobre o outro e algumas necessidades a ter em conta. A grande vantagem de um cão num apartamento é o facto de ter uma proximidade inevitável com o dono. No caso do Labrador, isto é ouro sobre azul; isto porque a raça labrador vive para o dono e para a sua atenção e companhia. Em contrapartida, terá que ter o cuidado de fazer passeios regulares e, se possível, alguns deles mais longos para que dê estímulos saudáveis ao seu cão como o exercício e socialização com outras pessoas e cães. No caso de vivenda, a grande vantagem é a existência de um espaço exterior permanente para correr e brincar. Contudo, se o cão viver no exterior, terá de ter o cuidado de ter um contacto diário com brincadeiras e treino para que se mantenha saudável. É importante não cair na tentação de pensar que, como o cão está no exterior, está entretido. Vai ver que o Labrador está sempre atento às portas e janelas de casa à espera que vá ter com ele. 

Se ainda persistirem dúvidas sobre este tópico, não hesite em contactar-nos através da página https://www.lar-do-labrador.pt/contactos.html ou comente diretamente nesta página.
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    David Ferreira - Lar do Labrador. Apaixonado pela raça Retriever.

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